O que é o Café Poema?


não tem nada a ver com uma tertúlia poética? e daí não sei.
não tem nada a ver com sarau de poesia? se calhar.
a ideia é escrever um poema comum onde todos são convidados a participar.

terça-feira, 28 de setembro de 2010

ANIVERSÁRIO DO CAFÉ POEMA

..| 05 de Novembro de 2010 | 
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22:00
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Cappuccino's Coffee Shop em Carcavelos

Traz um poema teu ou de outro poeta que queiras declamar e vem comemorar o primeiro aniversário do nosso Café Poema.

Café Poema a "2" e em fotografia

pois é meus caros Amigos,

já cá faltava, não havia um único registo de luz sobre a fala dos nossos poemas, como não há fome que não dê em fartura, aqui ficam alguns momentos.
do Local

a bancada de todos os poetas e mais alguns


 o Poeta invisível


Café Poema - a duas vozes e nada cansadas


Café Poema - a duas vozes, de Pessoa e tal


Café Poema - a duas e a 3 vozes


Café Poema - a duas vozes e Régio


Café Poema - a duas vozes e Espanca


Café Poema - a duas vozes sobre a Pedra Filosofal


 Café Poema a dois, sentados e em pé



Café Poema - a duas vozes Pai e Filho


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desde já obrigado ao fotografo de serviço, de seu nome Rafael e a todos os participantes neste Café Poema a dois e em luz.

terça-feira, 10 de agosto de 2010

próximo CAFÉ-POEMA | 17 de Setembro 2010 |

e que tal um duelo de poetas?

calma... se fosse possível, imaginemos por instantes,
Fernando Pessoa e Florbela Espanca num duelo amigável,
numa troca de versos claro está. e quem diz estes dois,
porque não, David Mourão-Ferreira e Camões à desgarrada? assim será o próximo Café-Poema
, a não perder...

segunda-feira, 12 de julho de 2010

Poema D - Colectivo de todos os desassossegados -



Meus caros Amigos,
a todos o meu Obrigado,
por abrilhantarem este Café Poema por si só inquietante.
isto porque, no meio de tanto desassossego,
tivemos tempo para rir e para fazer rir, para declamar e para ouvir as vozes de uma noite que transbordou num poema colectivo.
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Dizem que a alma não morre porém o corpo perece

Deixo-me na perfeita melancolia salvo no arame farpado / perpetuado no silêncio / naquele demónio abraçado / permaneço nessa perdida histeria

Dinheiro

Dança nos sonhos da minha memória

Desejo é o que sinto por ti

Devoção

Derramavam a música que enchia o ar

Danças de vento num redopio

Debruço na varando do desassossego

Durmo em ti

Depois dos Abionz Brake you Fokers

Deitado esperando por ti / devaneios de amor eu senti / a emoção em mim crescer

Dizem que o amor é belo / não sei se será assim / quantas vezes ele nos leva /ver amigos num duelo

Diafragma faminto por ti / pelo desassossego eterno dos mortos / onde a vida se ausenta por medo / de sentir o vazio em que caímos

Dentro de mim há um sentimento asfixiante / não sei se é agonia / tristeza ou desespero / só sei que me consome / e já não é parte de mim / é o meu ser todo
Digo e volto a dizer...sem o desassossego, o que seria de mim viver?

Dar as mãos Dançar é ser feliz

De graça, com graça e em estado de graça

Devagar na letra D Deito o Dedo Do dia e Durmo Desassossegado Dançando.

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Ass: (d)os muitos poetas desassossegados.